CAXUMBA


O que é ?

A caxumba é uma doença infecciosa caracterizada pela inflamação das glândulas salivares (parótidas): a pessoa que possui caxumba aparenta ter um papo. A doença geralmente tem evolução benigna e é mais comum em crianças, mas pode ocorrer com maior gravidade em adultos não imunes. Durante a gravidez a infecção pelo vírus da caxumba pode resultar em aborto espontâneo.

Agente Etiológico

O agente etiológico da Caxumba é um RNA vírus; família Paramyxoveridae; gênero Paramyxovirus. O vírus da caxumba é muito sensível devido ao seu envelope lipídico, perdendo sua capacidade de infectar após 20 minutos sob alta temperatura. Em temperatura ambiente, o vírus permanece infectante por um período de até 90 dias; a -20°C, por algumas semanas; a -65ºC o vírus resiste há alguns anos.

Transmissão

O vírus da caxumba é encontrado no mundo todo e ocorre com mais freqüência em lugares que não possuem vacinação. O ser humano é o único hospedeiro natural do vírus da caxumba e a doença ocorre geralmente uma vez na vida, as crianças são mais susceptíveis a doença.

A transmissão para uma pessoa não imunizada ocorre através do contato com as secreções respiratórias (gotículas de saliva, espirro, tosse) de um indivíduo infectado, mesmo quando não há sintomas. O período de transmissibilidade da caxumba começa uma semana antes e vai até nove dias após o aparecimento de inflamação nas glândulas salivares (mais comum nas parótidas).

Após a transmissão, o vírus da caxumba se replica na mucosa da nasofaringe e nos gânglios linfáticos regionais. Entre 12 e 25 dias após a infecção, ocorre disseminação do vírus através da corrente sangüínea (viremia). Durante o período de viremia, que dura de 3 a 5 dias, existe a possibilidade de disseminação para as glândulas salivares, meninges, pâncreas, testículos e ovários.

A infecção pelo vírus da caxumba, produzindo ou não manifestações clínicas, geralmente resulta em imunidade permanente. A reinfecção, embora possível, é muito rara e, em geral, é inteiramente assintomática ou produz manifestações clínicas discretas.

Sintomas

Inicialmente a Caxumba é assintomática, mas entre o 12º e 25º dia após a contaminação os sintomas aparecem. Dentre eles:

  • Inchaço e dor nas glândulas;
  • Dor de cabeça;
  • Dores musculares;
  • Fraqueza;
  • Febre, calafrios e dor ao engolir;
  • Em homens pode ocorrer inflamação dos testículos (orquite);
  • Nas mulheres pode ocorrer inflamação nos ovários (ooforite), o que pode resultar em esterilidade;
  • Em alguns casos há pancreatite, dor de cabeça intensa (menigite) e surdez.

Tratamento

As pessoas com suspeita de caxumba devem procurar um médico para a confirmação do diagnóstico. Não existe tratamento específico. Os antitérmicos e analgésicos, caso necessário, podem ser utilizados para controlar a febre e a dor. Os medicamentos que contém em sua formulação o ácido acetilsalicílico não devem ser usados, pois existe o risco de sangramentos (o número de plaquetas pode diminuir em pessoas com caxumba) e, em crianças, também pela possibilidade de Síndrome de Reye.

Obs: A síndrome de Reye é uma doença grave, de rápida progressão e muitas vezes fatal, que acomete o cérebro e o fígado, ocorre em crianças e está relacionada ao uso de salicilatos em conjunto com uma infecção viral.

As pessoas com caxumba devem permanecer em repouso até que a febre desapareça e evitar contato com outros indivíduos (para evitar a disseminação da doença). Compressas frias podem ser úteis para diminuir a dor nas parótidas. Deve-se dar preferência a ingestão de alimentos líquidos e evitar os sólidos já que a mastigação pode ser dolorosa.

O auxílio médico também deve ser sempre procurado quando a febre for muito elevada, quando ocorrer dor nos testículos, dor abdominal (pancreatite), dor de cabeça intensa (menigite) e surdez.

Profilaxia

A vacinação é a melhor forma de prevenir a doença. A vacina utilizada é a tríplice viral MMR (a sigla vem de Measles – sarampo; Mumps – caxumba; Rubella – rubéola) quando a criança estiver com 1 ano e 3 meses.


Vírus


quem são os vírus?

Características gerais

Visíveis apenas ao microscópio eletrônico e medindo cerca de 10 a 300 nanômetros, os vírus são seres simples, constituídos por uma cápsula protéica – o capsídeo –  cuja função é envolver o material genético, que pode ser o DNA ou o RNA (varia de acordo com cada tipo de vírus).

São considerados seres vivos por apresentarem três características essenciais:

  1. • Formam-se de ácidos nucléicos e proteínas;
  2. • Possuem capacidade de auto-reprodução;
  3. • São suscetíveis a mutações.

Porém só apresentam atividade vital quando estão no interior de células vivas, nas quais podem se reproduzir, utilizando-se do material genético das mesmas (uma vez que não possuem “equipamentos” para ser auto-suficientes). São parasitas intracelulares obrigatórios.

Como são classificados?

Até há pouco tempo nenhum sistema de classificação de seres vivos incluía vírus. Atualmente os vírus estão agrupados por características, tais como: morfologia, tipo de genoma, o modo de replicação e a presença / ausência de envelope lipídico.

Os ácidos nucléicos que compõem um vírus podem apresentar várias configurações diferentes, quer de DNA quer de RNA, mas nunca os dois em simultâneo. Pode-se agrupar essas configurações de acordo com o sistema de classificação de Baltimore, que se baseia no tipo de genoma e estratégias de replicação.

A Classificação de Baltimore

É um sistema de classificação viral desenvolvida pelo biólogo americano David Baltimore, baseada na síntese viral de RNA mensageiro. O sistema agrupa os vírus em sete classes dependendo do seu genoma (DNA,RNA, fita dupla, fita simples) e de sua replicação de DNA.

  • I: dsDNA virus: vírus DNA fita dupla (e.g. AdenovirusHerpesvirus, Poxvirus)
  • II: ssDNA virus: vírus DNA fita simples (e.g. Parvovirus)
  • III: dsRNA virus: vírus RNA fita dupla (e.g. Reovirus)
  • IV: (+)ssRNA virus: vírus RNA fita simples positivo (e.g. PicornavirusTogavirus)
  • V: (-)ssRNA virus: vírus RNA fita simples negativo (e.g. OrthomyxovirusRhabdovirus)
  • VI: ssRNA-RT virus: vírus RNA fita simples com DNA intermediário (e.g. Retrovirus)
  • VII: dsDNA-RT virus: vírus DNA fita simples com RNA intermediário (e.g. Hepadnavirus)

Os viróides são agentes infecciosos mais simples que o vírus, são constituídos por uma única molécula de RNA e não possuem cápsula protéica. Essa cápsula lipoprotéica oriunda da membrana plasmática da célula hospedeira ocorre em alguns tipos de vírus, que graças a tal característica recebem o nome ENVELOPADOS.

Estrutura

A organização estrutural das partículas de vírus, evidenciada pela técnica da difração de raios-X e complementada por outros métodos físicos e químicos, mostra configurações estridimensionais que admitem os seguintes tipos de simetria: cúbica, helicoidal e binária.

Organização estrutural dos vírusAo envoltório protéico se dá o nome de capsídeo (como já foi mencionado), o qual, por sua vez, é formado pelos capsômeros -unidades estruturais simétricas dispostas em ordem determinada. O capsídeo mais o ácido nucléico é o nucleocapsídeo. Virion é a partícula madura do vírus e pode ser sinônimo de nucleocapsídeo com ou sem invólucro. Invólucro é uma membrana de origem celular que pode envolver o capsídeo.

 

Composição estrutural demonstrativa

O material genético DNA ou RNA nunca se encontram simultaneamente no mesmo vírus, o que constitui uma característica singular quando comparados com as células de outros organismos vivos.

Os vírus diferem no seu conteúdo de DNA ou RNA. Os vírus de plantas contêm RNA, exclusivamente; os vírus de animais, DNA ou RNA e os vírus de bactérias (bacteriófagos) DNA, comumente. Os vírus mais complexos contêm, além das nucleoproteínas, outros compostos como lipídeos, carboidratos, vitaminas e vestígios de metais.

 Doenças infecciosas

Endemia

Endemia é qualquer doença que ocorre apenas em um determinado local ou região, não atingindo nem se espalhando para outras comunidades. Enquanto a epidemia se espalha por outras localidades, a endemia tem duração continua e é restrito a uma determinada área.

No Brasil, existem áreas endêmicas. A título de exemplo, pode ser citada a febre amarela comum na Amazônia. No período de infestação da doença, as pessoas que viajam para tal região precisam ser vacinadas. A dengue é outro exemplo de endemia, pois são registrados focos da doença em um espaço limitado, ou seja, ela não se espalha por toda uma região, ocorre apenas onde há incidência do mosquito transmissor da doença.

Epidemia

Epidemia é uma doença infecciosa e transmissível que ocorre numa comunidade ou região e pode se espalhar rapidamente entre as pessoas de outras regiões, originando um surto epidêmico. Isso poderá ocorrer por causa de um grande desequilíbrio (mutação) do agente transmissor da doença ou pelo surgimento de um novo agente (desconhecido).

A gripe aviária, por exemplo, é uma doença “nova” que se iniciou como surto epidêmico. Assim, a ocorrência de um único caso de uma doença transmissível (ex.: poliomielite) ou o primeiro caso de uma doença até então desconhecida na área (ex.: gripe do frango) requerem medidas de avaliação e uma investigação completa, pois, representam um perigo de originarem uma epidemia. Com o tempo e um ambiente estável a ocorrência de doença passa de epidêmica para endêmica e depois para esporádica.

Pandemia

Quando uma doença existe apenas em uma determinada região é considerada uma endemia (ou proporções pequenas da doença que não sobrevive em outras localidades). Quando a doença é transmitida para outras populações, infesta mais de uma cidade ou região denominamos epidemia. Porém, quando uma epidemia se alastra de forma desequilibrada se espalhando pelos continentes, ou pelo mundo, ela é considerada pandemia.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a pandemia pode se iniciar com o aparecimento de uma nova doença à população, quando o agente infecta os humanos, causando doença séria ou quando o agente esparrama facilmente e sustentavelmente entre humanos. Os critérios de definição de uma pandemia são os seguintes: a doença ou condição além de se espalhar ou matar um grande número de pessoas, deve ser infecciosa. O câncer (responsável por inúmeras mortes) não é considerado uma pandemia porque não uma é doença infecciosa, ou seja, não é transmissível.

Exemplos de Pandemias
AIDS, tuberculose, peste, gripe asiática, gripe espanhola, tifo, etc.

Vetor

Em biologia. (1) Portador, usualmente artrópode, que é capaz de transmitir um agente patogênico de um organismo para o outro (The World Bank, 1978). (2) Artrópode ou outro animal que transmite um parasita de um vertebrado hospedeiro para outro (USAID, 1980). (3) Animal que transmite um organismo patogênico a outros organismos; portador de doença.

Vetor biológico. (1) Vetor no qual um parasita se desenvolve ou multiplica (USAID, 1980). (2) É aquele que toma parte essencial, participando do ciclo evolutivo do parasita, como o caramujo da esquistossomose (CARVALHO, 1981).

Agente etiológico

É a denominação dada ao agente causador de uma doença. Normalmente, este causador precisa de um vetor para proliferar tal doença (ou seja, completar seu ciclo de parasitismo). Este vetor pode ser animado ou inanimado. Existem centenas de agentes etilógicos dos quais podem causar, se não tratados, uma série de más consequências.

Em Biologia, hospedeiro é um organismo que abriga outro em seu interior ou o carrega sobre si, seja este um parasita, um comensal ou um mutualista. A palavra deriva do latím hospitator, significando visita, hóspede.

Bacteriófago:

Ciclo lítico e Ciclo lisogênico

Os bacteriófagos são vírus, podendo ser de DNA ou de RNA, que infectam somente bactérias. São formados apenas pelo nucleocapsídeo, não existindo formas envelopadas. A replicação dos bacteriófagos, assim como os demais vírus, ocorre somente no interior de uma célula hospedeira.

Existem dois tipos de ciclos reprodutivos: o ciclo lítico e o ciclo lisogênico. Inicialmente o fago T adere a superfície bacteriana através das fibras protéicas da cauda, que contrai. O DNA do vírus é injetado no interior da bactéria e a cápsula protéica vazia fica fora da célula.

No ciclo lítico, o vírus invade a bactéria, onde as funções normais desta são interrompidas na presença de ácido nucléico do vírus (DNA ou RNA). Esse, ao mesmo tempo em que é replicado, comanda a síntese das proteínas que compõe o capsídeo. São produzidos, então, novos vírus. Depois ocorre a lise, ou seja, a célula infectada rompe-se e os novos bacteriófagos são liberados.

No ciclo lisogênico, o vírus invade a bactéria ou a célula hospedeira, onde o DNA viral incorpora-se ao DNA da célula infectada. Isto é, o DNA viral torna-se parte do DNA da célula infectada. Uma vez infectada, a célula continua suas operações normais, como reprodução e ciclo celular. Durante o processo de divisão celular, o material genético da célula, juntamente com o material genético do vírus que foi incorporado, sofrem duplicação e em seguida são divididos equitativamente entre as células-filhas. Assim, uma vez infectada, uma célula começará a transmitir o vírus sempre que passar por mitose e todas as células estarão infectadas também. Sintomas causados por um vírus que se reproduz através desta maneira, em um organismo multicelular, podem demorar a aparecer. Doenças causadas por vírus lisogênico tendem a ser incuráveis. Alguns exemplos incluem a AIDS e herpes.

AIDS

 

Transmissão

A AIDS é uma doença do sistema imunitário causada pelo retrovírus HIV. Ela pode ser adquirida através de relações sexuais sem preservativos com pessoas portadoras do vírus, uso compartilhado de seringas e agulhas entre usuários de drogas, transfusão de sangue contaminado, podendo passar de mãe para filho durante a gestação ou amamentação.

Sintomas

Um portador do vírus da Aids pode ficar até 10 anos sem desenvolver a doença e apresentar seus principais sintomas. Isso acontece, pois o HIV fica “adormecido” e controlado pelo sistema imunológico do indivíduo. Quando o sistema imunológico começa ser atacado pelo vírus de forma mais intensa, começam a surgir os primeiros sintomas.

Os principais sintomas são: febre alta, diarréia constante, crescimento dos gânglios linfáticos, vermelhidão no corpo, perda de peso e erupções na pele. Quando a resistência começa a cair ainda mais, várias doenças oportunistas começam a aparecer: pneumonia, alguns tipos de cancêr, problemas neurológicos, perda de memória, dificuldades de coordenação motora. Se as infecções oportunistas não forem tratadas de forma rápida e correta, elas podem levar o soropositivo a morte rapidamente.

Tratamento

A Aids ainda não possui cura, mas hoje existem medicamentos que fazem o controle do vírus na pessoa infectada. Esses medicamentos melhoram a qualidade de vida do paciente, aumentando então sua sobrevida. O medicamento mais utilizado é o AZT ( zidovudina ) que é um bloqueador de transcriptase reversa. A principal função do AZT é impedir a reprodução do vírus da Aids ainda em sua fase inicial. Embora eficientes no controle do vírus, outros medicamentos utilizados provocam efeitos colaterais significativos nos rins, fígado e sistema imunológico dos pacientes. A principal barreira para a criação de uma vacina contra a Aids é o fato de o HIV possuir uma capacidade de mutação muito grande, dificultando a criação das vacinas. Por mais que seja difícil o fato de possuir uma doença como a Aids é importante que ela seja descoberta no início, para que o uso dos medicamentos combinados (coquetéis) seja mais eficaz.

Profilaxia

A prevenção é feita basicamente evitando erros como ocorre no contágio, ou seja, quando tiver relações sexuais o indivíduo que possui a doença deve fazer o uso de camisinha assim como seu(a) parceiro(a); agulhas e seringas descartáveis devem ser utilizadas em todos os procedimentos médicos; instrumentos cortantes e que entram em contato com o sangue devem ser esterilizados de forma correta antes de seu uso; em transfusões de sangue deve haver um teste que detecta a presença do HIV para que não haja contaminação.

Dengue

Transmissão

Hoje em dia um dos maiores problemas da saúde pública é a Dengue, em todo o mundo essa doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. A transmissão da dengue ocorre com a picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti infectada pelo vírus transmissor da doença. A fêmea é hematófaga, e sua contaminação ocorre quando ela suga o sangue de uma pessoa que já está contaminada e após um período ela é capaz de transmitir o vírus.

Sintomas

A Dengue pode ser subdividida em duas: Dengue Clássica e Dengue Hemorrágica. Os sintomas da dengue clássica são: febre alta, dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças). Os sintomas duram até uma semana, após esse período eles começam a amenizar.

A forma hemorrágica ocorre quando um indivíduo é picado pela segunda vez, os sintomas são os mesmos da dengue clássica, a diferença é que após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos nos órgãos internos. A pior forma da dengue pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Tratamento

No tratamento dessa virose é preciso bastante repouso e ingestão de muito líquido, principalmente a água. A pessoa com dengue não pode tomar  remédios a base de ácido acetilsalicílico, pois eles têm um efeito anticoagulante, podem promover sangramentos. Os casos mais graves da doença têm que ser encaminhados ao médico imediatamente, se aparecerem sintomas, como dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes, tonturas ao levantar, alterações na pressão arterial, fígado e baço dolorosos, vômitos hemorrágicos ou presença de sangue nas fezes, extremidades das mãos e dos pés frias e azuladas, pulso rápido e fino, diminuição súbita da temperatura do corpo, agitação, fraqueza e desconforto respiratório, o doente deve ser levado imediatamente ao médico.

Profilaxia

A forma de prevenção mais simples é evitar o nascimento do mosquito, então não devemos deixar água limpa e parada em nenhum lugar. Em vasos de planta temos que colocar areia, virar as garrafas para baixo, deixar a caixa d’água, barris, tambores tanques e cisternas tampadas e também deixar que os agentes sanitários possam entrar em nossas casas para poder observar se lá possui ou não foco da dengue. Há casos de larvas que foram encontradas até em água salgada. Também é bom passar repelente ao entardecer e ao amanhecer que é o horário em que mais ocorrem as picadas.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.